
Há recomeços que esperamos tanto,
Mas nunca parecem chegar até nós...
E desaparecem antes de nosso pranto
Quando entre paredes, estamos sós.
E imploramos em silêncio, algo novo
Que talvez dissipe aquilo que perdura
E enquanto penso parar, ainda movo...
Os pés em uma direção meio escura.
E ando, como se atrás ficasse um erro
Que nunca pude em mim, desvanecer...
E quanto mais sigo, precedo o enterro
De tantas mágoas que preciso esquecer.
Vou indo através de imagens ilusórias
Formadas pelo medo de sofrer perdida
Tirando marcas das tristes memórias
Onde nem vejo a minha própria vida.
E será que encontro solta pelas vielas
Flor que cativa a pureza que eu quero..
Única no jardim que guarda seqüelas...
Sozinha, enquanto a felicidade espero.
Mas nunca parecem chegar até nós...
E desaparecem antes de nosso pranto
Quando entre paredes, estamos sós.
E imploramos em silêncio, algo novo
Que talvez dissipe aquilo que perdura
E enquanto penso parar, ainda movo...
Os pés em uma direção meio escura.
E ando, como se atrás ficasse um erro
Que nunca pude em mim, desvanecer...
E quanto mais sigo, precedo o enterro
De tantas mágoas que preciso esquecer.
Vou indo através de imagens ilusórias
Formadas pelo medo de sofrer perdida
Tirando marcas das tristes memórias
Onde nem vejo a minha própria vida.
E será que encontro solta pelas vielas
Flor que cativa a pureza que eu quero..
Única no jardim que guarda seqüelas...
Sozinha, enquanto a felicidade espero.
[Morena Luz**]

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